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2013,Janeiro,Poemas
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Expresso
Traduzida na expressão, a pressa.
Seus olhos vagavam sem cor.
Cercada dos vai-e-vens cotidianos,
Perdeu-se buscando abrandar a dor.
A pressa, sem presságios
ou intuição,
ou intuição,
não perdoa
quem está sozinho na multidão.
O relógio e seu tic-tac,
e os olhares se vão.
e os olhares se vão.
Presa na garganta,
Aquieta-se teimosa, a emoção.
E na pressa, ninguém notou
Aquela lágrima escondida,
Era dor de uma despedida,
de uma história que ninguém contou.
Izuara Beckmann,
20 de Janeiro de 2013.
20 de Janeiro de 2013.

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